10 Mar 2010

Stephanes, manifestou preocupação com o transporte da soja em grão no País neste período pós-colheita. No último fim-de-semana, Stephanes representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na exposição agropecuária Expo-Umuarama, quando percorreu cerca de 700 quilômetros no interior do Paraná. Nas estradas, presenciou desperdício da soja. “Há vazamentos de cargas nos trechos de saída da propriedade até os armazéns ou cooperativas. Isso é perda de terra, fertilizantes, água, esforço humano e riqueza”, externou o ministro.

         Stephanes já se reuniu com a equipe técnica do ministério para discutir o assunto e averiguar os motivos que acarretam perdas durante o transporte. “É preciso uma aferição técnica nos caminhões que saem das fazendas. Essa estrutura precisa ser adequada, com carrocerias adaptadas, para que os carregamentos não ultrapassem o limite, nem resultem em desperdício de grãos”, afirmou o ministro. As perdas registradas na movimentação de cargas agrícolas, especialmente grãos, decorrem do uso de vias de transporte menos indicadas para esse tipo de produto, o rodoviário. Os meios mais adequados seriam o hidroviário e o ferroviário. 

          Além disso, devem ser levados em conta outros motivos como a frota de veículos obsoleta e de baixa qualidade para o transporte de grãos, os processos ineficientes de transbordo de cargas, o pequeno número de balanças rodoviárias em operação e o mau estado de conservação das rodovias. (Eline Santos)

 

Fonte: MAPA



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