Balanço do Mercado da Pecuária de corte: Abates bovinos no MT anotam 3º maior resultado histórico
Uma avaliação dos números do IBGE sobre os abates bovinos no Mato Grosso, praça produtora que lidera o ranking nacional - este é o destaque do Balanço do Mercado de Pecuária de Corte desta segunda-feira.
Que traz também o desempenho dos preços à vista do boi gordo no início de julho, segundo o Indicador Cepea, um estudo sobre as exportações brasileiras de carne bovina in natura realizada entre janeiro e junho deste ano, frente os anos anteriores.
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Dos 7,219 milhões de bovinos abatidos entre janeiro e março deste ano, 14,3% foram realizados no Estado de Mato Grosso, um total de 1,03 milhões de animais.
O volume abatido no período analisado é o terceiro maior de todos os tempos, abaixo apenas dos 1,141 milhões de bovinos abatidos em 2007 (1,141 milhões de animais) e de 2006 (1,072 milhões de animais).
Com participação de 47,3%, os abates de vacas atingiram 487,1 mil cabeças, também o terceiro maior resultado verificado na série histórica 2010/12, inferior apenas às 542 mil vacas e novilhas verificadas em 2007 e às 541 mil fêmeas registradas em 2006.
Os abates de machos somaram 543,2 mil unidades, muito abaixo das 560 mil cabeças anotadas em 2011 e 633 mil cabeças contabilizadas em 2010.
Mato Grosso lidera o ranking nacional de maior volume de abates bovinos.
Informações do Cepea (Centro de Estudos e Pesquisas em Economia Aplicada) mostram que o preço à vista do boi gordo registrou no dia 6 de julho R$ 92,88/@, com alta de 0,1% em relação ao dia anterior (R$ 92,77/@), com valorização levíssima de 0,5% em comparação ao princípio do mês (R$ 92,39/@).
As últimas informações da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) mostram que em junho deste ano, as exportações brasileiras de carne bovina in natura somaram 74 mil toneladas líquidas, volume que é 11% menor que o do mês anterior, resultando em uma receita de 346,5 milhões de dólares.
Ao longo do ano, as vendas internacionais somaram 413,6 mil toneladas, o segundo menor patamar desde 2004 (401,5 mil toneladas), acima apenas das 407 mil toneladas embarcadas no primeiro semestre de 2011.
Apesar da queda do volume exportado, cada tonelada foi exportada a uma média de US# 4.836, o segundo maior resultado de todos os tempos, inferior apenas à média verificada em 2011 (US$ 4.979).
Com isso, o faturamento ultrapassou a casa dos 2 bilhões de dólares, também o segundo maior resultado de toda a história, muito próximo do recorde de 2,027 bilhões vistos em 2011.
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